Redes sociais ou site: qual é mais importante?

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Redes sociais ou site: qual a melhor opção?

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mulher com dúvida

Vira e mexe escuto a pergunta: redes sociais ou site? Qual dá mais retorno ou é mais importante? Vejo também algumas pessoas tratando as duas opções como opostas. Eu não acredito neste duelo. Ele existe apenas na cabeça de quem ignora o atual cenário da comunicação, a importância da convergência, que leva as empresas por caminhos diferentes(rede social, site ou outro meio) a um mesmo ponto(objetivo).

Para ser mais clara: apesar de os meios de comunicação serem diferentes, todos eles têm como objetivo transmitir mensagens importantes da marca, vender mais, reforçar a imagem de empresas e muitas outras metas, definidas pelo profissional de marketing e por pessoas da empresa assessorada.

O importante é que a presença ocorra de maneira coerente, seja usada a linguagem adequada de cada meio de comunicação e que esteja de acordo com os valores da empresa.

Diferenças entre sites e redes sociais

Como eu disse, é importante entender a diferença entre os meios de comunicação. No caso, vou me concentrar no dilema que mais ouço, investir em redes sociais ou em um site?

Normalmente, eu ajudo o cliente a ver que é preciso reformular a frase. Investir em redes sociais e em um site! É preciso entender que nas redes sociais o relacionamento é muito forte. No Facebook, Instagram, LinkedIn há recursos para citarmos, por exemplo, parceiros e clientes.

Além disso, nelas há muitas características que acompanham os novos comportamentos, em que a instantaneidade da informação é uma das marcas. Com o tempo, por causa das características da rede, o conteúdo publicado vai lá pra baixo do feed ou até desaparece, vide Stories e Snapchat.

No site a história é outra. Com o passar do tempo, os buscadores entendem o site como referência em um tipo de assunto. Isso quando, claro, é feito o trabalho da maneira correta. Os textos são indexados, colocados no índice de busca do Google, mais rapidamente e o produtor de conteúdo tem dados que mostram o que funciona melhor. A frequência de publicação é levada em consideração e com um calendário editorial bem definido as chances de sucesso são maiores.

No entanto, como a ideia é convergência e não a concorrência, é possível fazer um bom trabalho com a presença nos dois canais. Este texto, por exemplo, é inspirado em um debate que o André Bernardes começou no Facebook. É possível prestar atenção ao que acontece nas redes sociais e ampliar o debate ou mostrar suas reflexões em um blog, só para citar um exemplo bem simples.

É claro que nem todas as empresas precisam estar nas diversas redes sociais existentes, é preciso analisar o cenário antes, onde o público-alvo está, como, onde e como consome. Na maioria das vezes são necessárias até ações conhecidas como tradicionais para ter um resultado melhor. Na House não fazemos a parte tradicional, mas sempre falamos da importância e indicamos nossos parceiros para um trabalho complementar, ou melhor, convergente.  

A mídia tradicional irá se transformar, não desaparecer  

Como já temos visto, as mídias tradicionais têm se transformado. Eu, por exemplo, não ligo a TV, mas assisto os vídeos dos programas que gosto, ou que tiveram uma boa repercussão, nas plataformas digitais das emissoras. Nelas vejo que há anúncios, de forma distinta do que passa na TV. Já vi programas de rádio no Facebook também. Alguns canais tradicionais de televisão têm conteúdo exclusivo ou até adiantam a exibição na internet.  

Os jornais têm criado alternativas interessantes nos sites. Já temos coberturas em tempo real quando antes só podiam noticiar no dia seguinte.

Ainda há muito por vir. Minha dica é observar e ajudar a transformar o cenário, sempre tendo em mente que o novo não funciona como substituto do que antes era regra ou um inimigo, mas que as novas mídias somam.

Talita é jornalista e pós-graduada em revisão de textos. Trabalha com gestão de redes sociais e produção de conteúdo desde que se formou. Além de produzir conteúdo para sites e blogs institucionais, também se aventura nos textos literários.
dúvida entre redes sociais e site

Vira e mexe escuto a pergunta: redes sociais ou site? Qual dá mais retorno ou é mais importante? Vejo também algumas pessoas tratando as duas opções como opostas. Eu não acredito neste duelo. Ele existe apenas na cabeça de quem ignora o atual cenário da comunicação, a importância da convergência, que leva as empresas por caminhos diferentes(rede social, site ou outro meio) a um mesmo ponto(objetivo).

Para ser mais clara: apesar de os meios de comunicação serem diferentes, todos eles têm como objetivo transmitir mensagens importantes da marca, vender mais, reforçar a imagem de empresas e muitas outras metas, definidas pelo profissional de marketing e por pessoas da empresa assessorada.

O importante é que a presença ocorra de maneira coerente, seja usada a linguagem adequada para cada meio de comunicação e que esteja de acordo com os valores da empresa.

Diferenças entre sites e redes sociais

Como eu disse, é importante entender a diferença entre os meios. No caso, vou me concentrar no dilema que mais ouço, investir em redes sociais ou em um site?

Normalmente, eu ajudo o cliente a ver que é preciso reformular a frase. Investir em redes sociais e em um site, pra começar! É preciso entender que nas redes sociais o relacionamento é muito forte. No Facebook, Instagram, LinkedIn há recursos para citarmos, por exemplo, parceiros e clientes.

Além disso, nelas há muitas características que acompanham os novos comportamentos, em que a instantaneidade da informação é uma das marcas. Com o tempo, por causa das características da rede, o conteúdo publicado vai lá pra baixo do feed ou até desaparece, vide Stories e Snapchat, duas redes sociais em que é publicado fica disponível apenas durante um dia exato.

No site a história é outra. Com o passar do tempo, os buscadores, como o Google, entendem o site como referência em um tipo de assunto. Isso quando, claro, é feito o trabalho da maneira correta. Os textos são indexados, colocados no índice de busca, mais rapidamente e o produtor de conteúdo tem dados que mostram o que funciona melhor. A frequência de publicação é levada em consideração e com um calendário editorial bem definido as chances de sucesso são maiores.

No entanto, como a ideia é convergência, é possível fazer um bom trabalho ao trabalhar a presença nos dois canais. Este texto, por exemplo, é inspirado em um debate que o André Bernardes começou no Facebook. É possível prestar atenção ao que acontece nas redes sociais e ampliar o debate ou mostrar suas reflexões em um blog, só para citar uma forma bem simples de como conectar tudo.

É claro que nem todas as empresas precisam estar nas diversas redes sociais existentes, é preciso analisar o cenário antes, onde o público-alvo está, como, onde e como consome. Na maioria das vezes são necessárias ações conhecidas como tradicionais para ter um resultado melhor. Na House não fazemos a parte tradicional, mas sempre falamos da importância e indicamos nossos parceiros para um trabalho complementar, ou melhor, convergente.  

A mídia tradicional irá se transformar, não desaparecer  

Como já temos visto, as mídias tradicionais têm se transformado. Eu não ligo a TV, mas assisto os vídeos dos programas que gosto, ou que tiveram uma boa repercussão, nas plataformas digitais das emissoras. Nelas vejo que há anúncios, de forma distinta do que passa na TV. Já vi programas de rádio no Facebook também. Alguns canais tradicionais de televisão têm conteúdo exclusivo ou até adiantam a exibição na internet.  

Os jornais têm criado alternativas interessantes nos sites. Já temos coberturas em tempo real quando antes só podiam noticiar no dia seguinte. Os veículos que considero melhores ainda conseguem abordar o mesmo assunto de forma aprofundada depois, o que mantém a relevância. 

Ainda há muito por vir. Minha dica é observar e ajudar a transformar o cenário, sempre tendo em mente que o novo não funciona como substituto ou um inimigo, mas que as novas mídias somam. 

Talita é jornalista e pós-graduada em revisão de textos. Trabalha com gestão de redes sociais e produção de conteúdo desde que se formou. Além de produzir conteúdo para sites e blogs institucionais, também se aventura nos textos literários.