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House em BH: cultura e agradecimentos a clientes da capital

By 23 de dezembro de 2014 No Comments

A House atende a clientes de Divinópolis, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília graças às conexões da internet. Ao mesmo tempo os membros tem certeza de que nada supera o encontro presencial em alguns casos, principalmente se o motivo for agradecer.

Por isso, neste mês de dezembro temos feito visitas a quem confiou em nosso trabalho, alguns sem ao menos nos conhecer pessoalmente. Tem sido uma oportunidade de nos aproximar, apresentar e ter conversas mais descontraídas com aqueles que fizeram de 2014 um ano incrível.

Além de bater um papo com eles, ainda passeamos pela capital mineira. Um dos integrantes, mineiro de Pedra do Indaiá, o Helison, sabe andar de cabo a rabo em São Paulo, mas desconhecia os caminhos de Belo Horizonte. Assim, ele e a Talita, outra houseana, botaram o pé na estrada. Ela já até morou lá, mas teve o que conhecer também, BH é uma cidade em constante mudança.

A ideia era conhecer os espaços do Circuito Liberdade, mas como era segunda e feriado para completar, só um deles estava aberto. Assim, antes dos encontros os dois conferiram as exposições do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Uma delas de arte moderna – Ciclo: criar com o que temos – a outra de pinturas do mineiro Carlos Bracher.

A primeira provoca uma reflexão sobre o quanto descartamos as invenções rapidamente, há obras feitas com games antigos e uma das mais interessantes utiliza um sensor de Kinect, o qual se movimenta de acordo com os passos de quem a contempla. É possível ver a silhueta perfeitamente, é um retrato nosso no lixo, como propôs o artista.

Já os quadros de Bracher são um mergulho no universo mineiro e do artista que é considerado um dos maiores nomes da técnica que usa, óleo sobre tela. Salas interativas e vídeos também compõem a exposição.

Cafés

O CCBB é, sozinho, uma obra de arte. O prédio é muito bonito e nos convida a passar mais tempo lá do que o necessário para ver as exposições em cartaz. Havíamos marcado os encontros em um café da Savassi, mas como era feriado estava fechado e retornamos, felizes, para o CCBB. No térreo, dois cafés muito bons são ótimos para bater um papo. Os nossos convidados não conheciam e se sentiram muito a vontade no local.

Próximos encontros

Neste final de ano não conseguiremos ir a São Paulo nem Brasília. Por coincidência teremos a oportunidade de conhecer o brasiliense em BH, os paulistas já estão em nossa lista do ano que vem, já para janeiro.